→ Como se faz manter um amor? ♥


Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina perguntou: "Como se faz para manter um amor?"
A mãe olhou para a filha e respondeu: "Pega num pouco de areia e fecha mão com força..."
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
"Mamãe, mas assim a areia cai!!!"
"Eu sei, agora abre completamente a mão..."
A menina assim fez mas veio o vento levou consigo a areia que restava na sua mão.
"Assim também não consigo mantê-la na minha mão!"
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
"Agora pega outra vez num pouco de areia e mantém-na na mão semi aberta como se fosse uma colher... Bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade"
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.

 

~ Amo - te ♠


Há certas horas, que não precisamos de paixão desmedida
Não queremos beijos na boca
E nem desejamos corpos a se encontrarem
na maciez da cama...

Há certas horas,
Que só queremos a mão no ombro,
O abraço apertado
Ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado
Sem nada dizer 

Ou alguém que apenas diga: Amo -te!

..: Saudades do que eu ainda não vi :..

Não...
Definitivamente não estou louca...

Como sentir saudades do que não se conhece?

Saudades de um dia de sol, de uma conversa simples e sem preocupações, de um afago, um carinho, uma reclamação...

Saudades de coisas que gostariamos muito, sinceramente, que acontecessem.
Saudades de pessoas que estão ao nosso lado, mas não da forma como gostariamos.

Saudades de dias que foram deixados para trás, e saudades daqueles que nem sequer existiram e temos certeza de que nunca existirão.

Saudades de sair e caminhar ao ar livre, saudades de sentir o vento frio bater no rosto, de caminhar na areia e sentir os pés molharem no mar.

 


É, eu sei. Eu sei que às vezes você fica olhando as nossas fotos, e se perde entre as idéias de onde foi que as coisas saíram do caminho. Eu sei que você tem vontade de virar as coisas de cabeça pra baixo, e tirar tudo fora do lugar, pra ver se começando tudo de novo acaba fazendo mais sentido. Eu sei que você tem vontade de sumir pra um lugar bem afastado de tudo, de voltar no tempo, de me ter do seu lado como se o tempo não tivesse passado. Eu sei que você tem vontade de reler os bilhetes, os emails que nos escrevemos, pra ver se em algum ponto no meio dessa montanha de palavras e promessas você encontra algo que ainda possa significar alguma coisa. Eu sei, porque eu também tenho. Eu também tenho vontade de rebobinar a fita, de fazer o relógio andar pra trás e tentar encontrar aquele ponto exato, o instante absoluto onde uma pequena mudança qualquer fez tudo começar a andar fora do trilho. Eu também tenho vontade de agarrar nossas palavras, todas aquelas que um dia nos dissemos, de fazê-las valer alguma coisa, ainda hoje. Eu também tenho vontade de engolir o que já fomos, de transformar o presente, de fazer com que o passado não seja mais apenas isso.
Mas é, amor, não dá. Tanta coisa passou, tanta coisa mudou. E hoje o que nos resta é isso, lidar com o que temos nas mãos. E pode não parecer, eu sei que tantas vezes não parece, mas o que temos nas mãos é tanto, e tão especial. Eu sei, eu sei que não temos o que um dia achamos que teríamos, mas quem sabe, eu às vezes desconfio que temos um mundo diante dos nossos olhos, apenas ainda não descobrimos como enxergá-lo. Eu deixei para trás idéias românticas, mas ainda guardo dentro de mim uma crença aguda nos finais felizes, ainda vejo a beleza por trás do véu de lágrimas, ainda enxergo a doçura, o beijo antes dos créditos que encerram a trama. Aqui, ainda não encerramos nada.

~ E hoje ;


eu quero fazer tudo diferente. Passar por outro caminho, escutar outra música. Sonhar outro sonho, respirar outro ar. Dizer outro nome, imaginar outro alguém.
Ser feliz de outra maneira. De várias maneiras.

Perdida!